quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O dia se espatifa: Bebê automóvel
O dia se espatifa: Bebê automóvel: No instante em que escrevo, a Lina descansa a cabecinha na almofada que sempre deixamos sobre o edredon no qual ela tem passado bastante tem...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Atendendo a Pedidos
É provável que no próximo ano eu mude a composição do meu blog. Algumas meninas tem me procurado através do facebook pedindo orientações, dicas e sugestões para atuar como babá. Para ser uma boa babá. Mais precisamente, para ser uma Babá de Luxo!
Meu blog recebeu este nome, obviamente, por que sou babá. Tenho outras funções, mas a mais rentável atualmente, é a de babá. Por formação, sou Pedagoga (quase Psicopedagoga), por profissão, Instrutora de Trânsito, e finalmente, como função, secretária e babá. O Luxo, veio por conta do carro que eu tinha, e acreditava ser uma das poucas nesta função, pelo menos aqui em nosso país, que chegava motorizada, com meu próprio veículo, nas casas das famílias que atendo. Também por ter formação. A visão que vem a mente de muitas pessoas quando se cita babá, é de uma mulher já com idade avançada, pobre, com pouco estudo e cheia de filhos. Minha realidade é outra. Meu atendimento era, é diferenciado. Eu tenho conhecimentos pedagógicos, eu tinha carro para oferecer transporte até a escola, ao ballet, ao judô, ao inglês... Mas, enfim o transporte, no momento não posso oferecer mais, mas meu cuidado ainda é pedagógico e diferenciado. Então, mantive o nome do meu diário virtual, Babá de Luxo.
No próximo ano, vou continuar contato aqui minhas experiências como babá e também outras vivências. Mas, a pedidos, também vou citar dicas e sugestões baseadas em meus estudos e minhas vivências. Essa nova etapa exigirá mais de mim, pois não quero, e nem vou, escrever qualquer besteira. Tudo o que citar aqui terá embasamento, pois quero realmente ajudar a futuras babás, ajudar a mães que procuram babás para contratar. Meu blog não vai virar um curso online de babá, pelo menos não ainda! Mas vai esclarecer dúvidas, aceitar sugestões, criticas e, por que não, elogios! Falar sobre uniforme, alimentação, postura, linguagem, etapas do crescimento, citar cantigas e brincadeiras... tudo para ajudar.
Com isso, espero além de ajudar, obter mais leitores e conhecer novas pessoas! E que venha 2013 com novos desafios aqui no blog e na minha vida!!
Bom Natal e ótimo Ano Novo a todos!!!
Meu blog recebeu este nome, obviamente, por que sou babá. Tenho outras funções, mas a mais rentável atualmente, é a de babá. Por formação, sou Pedagoga (quase Psicopedagoga), por profissão, Instrutora de Trânsito, e finalmente, como função, secretária e babá. O Luxo, veio por conta do carro que eu tinha, e acreditava ser uma das poucas nesta função, pelo menos aqui em nosso país, que chegava motorizada, com meu próprio veículo, nas casas das famílias que atendo. Também por ter formação. A visão que vem a mente de muitas pessoas quando se cita babá, é de uma mulher já com idade avançada, pobre, com pouco estudo e cheia de filhos. Minha realidade é outra. Meu atendimento era, é diferenciado. Eu tenho conhecimentos pedagógicos, eu tinha carro para oferecer transporte até a escola, ao ballet, ao judô, ao inglês... Mas, enfim o transporte, no momento não posso oferecer mais, mas meu cuidado ainda é pedagógico e diferenciado. Então, mantive o nome do meu diário virtual, Babá de Luxo.
No próximo ano, vou continuar contato aqui minhas experiências como babá e também outras vivências. Mas, a pedidos, também vou citar dicas e sugestões baseadas em meus estudos e minhas vivências. Essa nova etapa exigirá mais de mim, pois não quero, e nem vou, escrever qualquer besteira. Tudo o que citar aqui terá embasamento, pois quero realmente ajudar a futuras babás, ajudar a mães que procuram babás para contratar. Meu blog não vai virar um curso online de babá, pelo menos não ainda! Mas vai esclarecer dúvidas, aceitar sugestões, criticas e, por que não, elogios! Falar sobre uniforme, alimentação, postura, linguagem, etapas do crescimento, citar cantigas e brincadeiras... tudo para ajudar.
Com isso, espero além de ajudar, obter mais leitores e conhecer novas pessoas! E que venha 2013 com novos desafios aqui no blog e na minha vida!!
Bom Natal e ótimo Ano Novo a todos!!!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
No Seu Lugar
Sou uma pessoa um tanto curiosa e bisbilhoteira, tudo me interessa! Recentemente fui convidada por um pai de uma das famílias que atendo para participar de uma associação filosófica, do qual participa, cujos membros cultivam a humildade e os princípios da liberdade, democracia, igualdade e fraternidade além de aperfeiçoamento intelectual. O convite veio como consequência das minhas constantes perguntas com relação a associação. No final do ano, está sociedade abre as portas para familiares e amigos participarem de um jantar e conhecer um pouco dos seus trabalhos. Realiza-se então uma reunião com o intuito de esclarecer dúvidas do pessoal que não participa e se abre um plenário onde todos podem questionar os membros e esclarecer suas dúvidas.
Pois bem, eu fui, claro que fui, queria conhecer o ambiente, entender o trabalho sendo que já havia escutado muita coisa ruim com relação a isso. Gostei, ouvi e consegui satisfazer um pouco da minha angustia quando minha cabeça fervilhava de curiosidade. Teria conseguido participar mais se não fosse um questão: crianças. Crianças que amo de verdade. Crianças que zelo com todo o meu carinho quando estou a serviço delas. Cuido quando estou em serviço. Mas eu não estava. Fui convidada para participar da reunião, não fui solicitada como babá. Pelo menos foi assim que entendi!
Enfim, a família todo estava na reunião, até então, tudo bem! Tudo bem se não fosse o fato de a mãe das crianças deixar claro o meu lugar. O meu lugar de babá! Fico perfeita como babá! Em vários outros post já citei que não tenho vergonha nenhuma e que gosto da minha função. Fato é que sou babá sim, mas também sou curiosa! E para o evento em questão, entendi que fui convidada como curiosa e não como babá. Atendi as crianças e auxiliei no que foi preciso. O pai dos pimpolhos por fim queria me pagar o plantão e eu não aceitei. Não aceitei por que, como já disse, entendi que, por parte dele, foi um convite e não uma convocação de trabalho. Mas pelo visto, não houve um acordo entre ele e a esposa. Ou a minha curiosidade sufocou a minha função.
sábado, 17 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Empreguete
Entrei num supermercado de uma grande rede gaúcha, fiz minhas compras, me dirigi a um caixa para efetuar o pagamento onde se encontrava uma moça em treinamento. A mesma parecia empolgada e querendo mostrar serviço e simpatia desejava boa tarde pra lá, boa tarde pra cá!
Uma senhora que estava na minha frente, ao concluir o pagamento, recebeu da moça em questão um belo "Bom feriado!" Quando chegou a minha vez, me atendeu bem e desejou um "Bom trabalho!" Eu não estava de uniforme (não uso). Não que eu tenha vergonha de ser babá, mas... está escrito na minha testa que eu estava em horário de trabalho, indo para o trabalho ou fazendo compras para alguém que trabalho? Bom, se tenho cara de empreguete, pode ter certeza que sou Cheia de Charme!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
E se...
Eu sei que se conselho fosse bom, não se dava e sim vendia, porém, como estou meio atacada, cito ai alguns "puxões de orelha" que, de certa forma, me servem também:
Pare de reclamar da vida, você tem uma série de coisas pra fazer; é só escolher e se dedicar;
Quer emagrecer? Então pare de comer carboidratos e doces; feche o raio dessa boca, ora!
Aproveite também para fechar a boca quando pensar em falar algo negativo seja em relação a outras pessoas, ao seu trabalho ou mesmo de você; ninguém gosta de ouvir coisas ruins.
Para um pouco de pensar negativo, também.
Não está satisfeito com seu trabalho? Procure outro ou simplesmente pare de trabalhar e vá viver da luz do sol! Só não me enche!
Se estiver na TPM, vá caminhar, faça yoga, leia um bom livro, vá dormir, dê socos na parede, mas por favor, ninguém tem nada a ver com isso;
Está sofrendo por amor? Está assim por que você quer! Se o cara não presta minha amiga, lembre que você tem valor; Vai ficar com qualquer um pra dizer que tem um homem ao seu lado?Estude meu amor, leia muito, seja instruída porque o fato de não ter dinheiro sobrando, não significa que tenha de ser ignorante;
Mal humor não resolve problemas, portanto se estiver assim, mude essa cara e essa postura agora!
Se quer ter mais dinheiro, trabalhe mais, muito simples; do céu minha querida, só cai chuva.
Não discuta, sorria! Não vale a pena o embate.
Se arrume, melhore essa estima; sempre tem alguém nos observando e você não precisa parecer uma louca só porque está com alguma pendência pra resolver; todos temos algo pra resolver.
Não crie expectativas demais seja lá pelo que for, dessa forma evitará futuras decepções. Nem sempre as coisas saem como planejado;
Aprenda a lidar com o inesperado sem surtar! Já aconteceu mesmo, de que adianta espernear? Encontre a solução, só isso!
Por fim, seja discreta. Busque seus desejos, sem grandes alardes, mas levanta a bunda do assento pra que as coisas aconteçam e sai um pouco da internet. Agora! Já!
Eu já tô saindo.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Vocabulário Feminino
Se eu tivesse que escolher uma palavra
- apenas uma -
para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje,
essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas,
acho que está passando da hora de aprendermos
a viver com mais leveza:
exigir menos dos outros e de nós próprias,
cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa,
olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão
falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial
da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos
sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas,
acabamos deixando as amigas em segundo plano.
E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher
quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas
(que gostam dos mesmos filmes que a gente),
sair sem ter hora para voltar,
compartilhar uma caipivodca de morango
e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes
- isso, sim, faz bem para a pele.
Para a alma, então, nem se fala.
Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez
(desligue o celular, se for preciso)
e desfrute os prazeres que só uma
boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário
duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino:
pausa e silêncio.
Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos,
três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia
- não importa -
e a ficar em silêncio.
Essas pausas silenciosas nos permitem refletir,
contar até 100 antes de uma decisão importante,
entender melhor os próprios sentimentos,
reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão
de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas
do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora,
preste atenção na conversa de duas crianças,
marque um encontro com aquela amiga engraçada
- faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas,
cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado:
mulheres que falam em regime o tempo
todo costumam ser péssimas companhias.
Deixe para discutir carboidratos
e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.
Se for para ficar contando calorias,
descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa
do companheiro de mesa com reprovação e inveja,
melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface
e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que,
essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia:
gentileza.
Ter classe não é usar roupas de grife:
é ser delicada.
Saber se comportar
é infinitamente mais importante do que saber se vestir.
Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:
aprenda a se colocar no lugar do outro,
e trate-o como você gostaria de ser tratada,
seja no trânsito, na fila do banco,
na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado,
na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser
indissociáveis da vida:
sonhar e recomeçar.
Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia,
o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?)
ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ...
sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça.
E recomece, sempre que for preciso:
seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra:
use-o para reinventar a si mesma.
E, por último
(agora, sim, encerrando),
risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites.
Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita,
a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo,
a esposa nota mil.
Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam,
bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é
(e nunca foi)
fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem
(e a busca da perfeição pesa toneladas),
a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
Leila Ferreira

- apenas uma -
para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje,
essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas,
acho que está passando da hora de aprendermos
a viver com mais leveza:
exigir menos dos outros e de nós próprias,
cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa,
olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão
falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial
da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos
sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas,
acabamos deixando as amigas em segundo plano.
E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher
quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas
(que gostam dos mesmos filmes que a gente),
sair sem ter hora para voltar,
compartilhar uma caipivodca de morango
e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes
- isso, sim, faz bem para a pele.
Para a alma, então, nem se fala.
Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez
(desligue o celular, se for preciso)
e desfrute os prazeres que só uma
boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário
duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino:
pausa e silêncio.
Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos,
três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia
- não importa -
e a ficar em silêncio.
Essas pausas silenciosas nos permitem refletir,
contar até 100 antes de uma decisão importante,
entender melhor os próprios sentimentos,
reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão
de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas
do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora,
preste atenção na conversa de duas crianças,
marque um encontro com aquela amiga engraçada
- faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas,
cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado:
mulheres que falam em regime o tempo
todo costumam ser péssimas companhias.
Deixe para discutir carboidratos
e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.
Se for para ficar contando calorias,
descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa
do companheiro de mesa com reprovação e inveja,
melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface
e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que,
essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia:
gentileza.
Ter classe não é usar roupas de grife:
é ser delicada.
Saber se comportar
é infinitamente mais importante do que saber se vestir.
Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:
aprenda a se colocar no lugar do outro,
e trate-o como você gostaria de ser tratada,
seja no trânsito, na fila do banco,
na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado,
na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser
indissociáveis da vida:
sonhar e recomeçar.
Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia,
o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?)
ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ...
sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça.
E recomece, sempre que for preciso:
seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra:
use-o para reinventar a si mesma.
E, por último
(agora, sim, encerrando),
risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites.
Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita,
a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo,
a esposa nota mil.
Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam,
bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é
(e nunca foi)
fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem
(e a busca da perfeição pesa toneladas),
a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
Leila Ferreira

Formada em Letras e Jornalismo, com mestrado em Comunicação pela Universidade de Londres. Colaboradora da revista Marie Claire e autora do livro “Mulheres: por que será que elas…?” (Editora Globo), foi repórter da Rede Globo Minas por cinco anos e durante 10 anos apresentou o programa “Leila Entrevista” (Rede Minas e TV Alterosa/SBT), que produziu 13 séries internacionais e por onde passaram mais de 1,6 mil entrevistados.
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