quarta-feira, 9 de abril de 2014

Créditos

Eu continuo em treinamento. Eu continuo me descobrindo. Eu continuo errando e tentando acertar. Eu continuo insegura, mas revertendo, aos poucos a situação.
Então eu quero clinicar. Recebi proposta de parcerias, recebi proposta de consultório, mas não recebi segurança. Não me senti segura. Eu tenho o certificado, eu estudei, eu pesquisei e me formei. Eu tenho tudo isso no papel. Papel aceita tudo! O word também! Mas eu sou Psicopedagoga? Sim, no papel eu sou Psicopedagoga. O receio me impede de me assumir como tal profissional. Sim, eu sei, se não começar, não encarar o desafio, o medo, vou continuar profissional no papel. 
Semana passada recebi a proposta de atuar como voluntária em uma instituição. Eu gostei! E vou. Me senti a vontade para aceitar. Parece que não tem aquele peso. Se vou cobrar pela consulta preciso apresentar resultados. Não significa que, como voluntária, vou relaxar e não me doar. Mas pra mim, a proposta soou diferente. Me senti útil. Diferente de abrir um consultório e esperar paciente, eu fui procurada porque já existem pacientes que necessitam do meu auxílio. 
Sim, eu quero ter o meu consultório, clinicar e ganhar dinheiro. E vou! Mas preciso de experiência. Preciso me sentir segura e ter a certeza que, sim, eu posso cobrar porque sou boa no que faço. Cobaias?? É, sim, vou usar os que precisam de mim nesta instituição como "cobaias". Não gosto do termo, e tampouco quero pensar e passar a imagem que estou usando a situação, embora, na realidade esteja. Prefiro pensar que será uma troca de experiências. Precisarei dessas crianças para crescer, assim como, acredito, que precisarão do meu aprendizado para também superar desafios. 
Então as coisas, na área profissional, estão se modificando. Aos poucos, com ajuda, terapia, treinamento, adquiro força para me acreditar. Mas também busquei uma ajudinha exotérica! Um amigo fez pra mim uma Mandala da Prosperidade. Se deu certo?? É claro que o pensamento positivo e boas vibrações ajudam, e muito! Mas. acreditem ou não, começou a chover crianças na minha horta! Atendimento como Babá, mas tenho bastante trabalho. E a tendência é aumentar, como Babá, e também como Psicopedagoga. Assim seja!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Se meu destino é cuidar, eu cuido.

Leva tuas tias.
Dá uma carona?
Podes ficar com meu filho hoje?
Vem me buscar?
Tem dinheiro para me emprestar?
Estou doente e sozinha, pode vir aqui na minha casa?
Vais no supermercado? Então leva minha lista.
Podes ficar com os cães?
Busca na farmácia a minha medicação que está acabando.
Pesquisa na internet pra mim.

Eu pensava que cuidava somente de crianças, mas estava completamente errada. Eu corro de um lado para outro levando, buscando, comprando, lucrando, gastando, ganhando... entendendo, ou não, a mãe, as tias, as primas, os amigos e amigas, a vida o destino a vontade (dos outros); 
Mas a babá, a filha, a sobrinha, a amiga, a Fabi é uma única pessoa, que se multiplica para atender, entender, viver...
Esse post não é uma queixa, desde já esclareço. 
Adoro os cães, amo as crianças, venero minha mãe (embora me irrite muito!)
e tias, que são mais mães do que tias.
Mas será que alguém pode cuidar da Fabi um pouquinho também?! 



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Pérolas Infantis

AC (menina) 4 anos:  Enquanto desenhávamos: - "Olha só, eu sei que eu sou criança e tu é adulto, mas hoje                                  quem manda aqui sou eu."
RR (menino) 5 anos: - "Vamos fazer cartas para o Papai Noel, Fabi?!"  Pega uma folha. Tu pode escrever                                       ou desenhar o que tu quer ganhar. Depois tu dobra e faz uma carta.
                                    Babá Fabi: "- Tá bom, vou desenhar!" (Desenhei doces.)
                                    RR: " - Só isso que tu quer ganhar??"
                                    Babá Fabi: - "Vou desenhar mais algumas coisas." (desenhei vestido, blusas...) -                                                                "Terminei!"
                                   RR: "- Eu também." (Levantou-se da mesa para colocar o envelope embaixo da                                                      sua árvore de Natal)
                                    Babá Fabi: " - Ó, coloca a minha também."
                                    RR: "- Não, coloca na tua casa, ora!"
AR (menina) 4 anos:  Ao ser chamada para jantar: -"Tu acha "ingaçado", eu aqui "pesa" e as "quiança" na                                      rua bincando??
BM (menino) 3 anos: Me despedi. - "Tchau, pode ir, mas deixa o carro pa mim."

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Em Treinamento

Então, fico um tempo sem aparecer, sem digitar, sem dar dicas e do nada apareço por aqui com a cabeça bombando, cheia de coisas pra contar e sem saber ao menos por onde começar! Vou tentar não deixar esse post confuso devido ao turbilhão de informações que quero despejar. 
Participei no mês passado de um super treinamento, o SUPERPOWER.(https://www.facebook.com/InstitutoFour?hc_location=timeline) Não vou contar detalhes aqui, mas sim instigar você que lê a participar. Pra mim foi muuuuiiito bom, muito bom, mesmo. No que consiste? Em um treinamento pessoal e vivencial, elaborado e aplicado pelo Instituto Four  Desenvolvimento Humano, ministrado por ótimos profissionais muito bem preparados e qualificados. O SuperPower mexe com todas as tuas emoções, trabalhando a tua postura perante a vida, perante as situações consideradas difíceis. Te coloca em uma prova de fogo, te prova que só você é responsável por aquilo que atrai e te dá todo o suporte para encarar novos desafios com garra. Sério, você sai desse curso com outra cabeça, com outra postura. É claro, não resolve todos os problemas da sua vida, mas desencadeia posturas e pensamentos que provocaram tais infortúnios, te da forças e armas para que você busque o que é melhor pra você. Deixo aqui bem claro que não é uma terapia em grupo. 
Quer saber mais? Visite http://www.institutofour.org. e se tiver possibilidade, participe. Fica a dica: o impacto é grande, mais vale muito a pena, pois os resultados são ótimos.
Pra mim, que trabalho com crianças e quero no próximo ano, essa é minha meta até março de 2014, começar a clinicar, achei válido e muito necessário participar do SuperPower. Eu precisava me "esvaziar". Precisava, digamos, ordenar meus pensamentos e me livrar de angustias, provar pra mim mesma que sou capaz de atender crianças em outras situações que não fossem simplesmente como babá. Se consegui? Estou em treinamento. Como disse anteriormente, o curso te dá armas para que você consiga superar seus medos e buscar seus objetivos. Mas você também tem que querer. É uma aprendizagem, um treinamento diário. Não é fácil se desapegar de antigas crenças, de velhos hábitos. Mas é possível. 
Mudando de assunto, quero pedir desculpas sinceras para as pessoas que tem me procurado através do facebook para trocar dicas e informações. Não tenho dado a devida atenção, as vezes vejo a mensagem muito tempo depois. Agradeço a todos que me contatam. Gente, não é descaso, afinal criei esse espaço com a intenção de expor minhas vivências e ideias, mas  jamais pensei em receber essas mensagens. Ando, pra variar, numa correria que acabo ficando sem tempo pra responder. Prometo, isso não vai mais acontecer! ;) Quero mais e mais mensagens!!! Tenho tanto ainda a aprender, tenho tanto a escrever e compartilhar! 
Mais uma meta para o próximo ano: manter o blog atualizado!


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Depoimento da Babá

Olha só que legal!!! Entraram em contato comigo!! Me descobriram através deste meu pequeno diário, que anda um pouco abandonado, e eu dei meu depoimento! 
(Revista Sorria, Editora Mol, outubro/2013, p.38))


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Be a Ba da Babá

Vestida de branco
Babá brinca
limpa bumbum,
limpa a baba,
limpa a boca;
Briga e beija,
beija a bochecha,
beija barriga e abraça;
Dá biscoito,
Dá banho
e dá beijo, de novo.

Joga bola,
Empurra a bicicleta,
Empurra o balanço,
Serve bolo
Bebe água...
Faz barquinho de papel e também chapéu,
Senta no chão
Bagunça
Organiza bagunça
E bagunça;
Desenha, pinta, borda;
Dá bronca,
Mas adora a criança.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Bag Novidade!


Gente, olha só que legal! Participei de uma feira no sábado aqui em Porto Alegre e adquiri uma Yogo Towel Bag https://www.facebook.com/pages/Yogo-Towel-Bag/498227213592267?fref=ts). O que é?? Um bolsa de soft que aberta, vira um tapetinho muito bacana! Pra você que adora ir a um parque ou praça para ler, ficar com os amigos tomando um mate (nós gaúchos!), pra você babá que leva seus pupilos na pracinha também é ótimo!! Eu adorei!! Tem várias estampas! São práticas e bonitas! Você cria um espaço aconchegante pra ficar com as crianças, amigos ou seu cãozinho de estimação! 

Pra quem é professora, e faz a hora do conto! É super útil. Você leva os livros, fantoches dentro da bolsa, depois abre e senta com os alunos no tapete para contar a história. Fica a dica!
No próximo mês será lançado a linha Yogo Towel Bag atoalhada, pra ir a praia, piscina! E eu vou adquirir uma também, com certeza!!! 


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Cadeira de Praia - As Dicas da Mãe com Tempo

 "seja sincera, fale na hora mas com muita educação se vc não gostou quando ela pediu um prato tal em um restaurante, quando ficou sentada na única cadeira disponível na praia, ou quando vc teve que correr atrás do seu filho enquanto ela ficou horas sentada tomando café, porque é importante lembrar que mesmo cuidando do bem mais valioso que vc possui ela está trabalhando e em uma relação de trabalho os patrões podem chamar a atenção dos funcionários sem que isso represente um grande problema ou uma ofensa."
Pois bem, vamos lá, ela como mãe dedicada, escreveu para as mães "patroas", eu, como babá profissional, escrevo para as babás! 
Gostei do inicio: - "Seja sincera..." 
Digo o mesmo, seja sincera, mas acima de tudo, educada. Já dei essa dica em post anterior, antes de começar a trabalhar em uma casa deixe tudo muito bem claro. Questões salariais, horários, de trabalho e de intervalo, alimentação, caso contrário, agora vou ser bem direta, você vai se ferrar! Isso mesmo é você quem vai se ferrar! Se você não falar, quem contrata vai pensar que está bom pra você. Lembre-se: você não é parte da família, e sim uma funcionária. A família pode te tratar muito bem, eu sou muito bem tratada por todas as famílias que atendo, mas eu sei o meu lugar e não gosto que chamem minha atenção. 
Agora, sério, eu gostaria mesmo de observar uma dessas babás que ela cita. Só uma dessas que ficam sentadas na única cadeira disponível na praia ou que deixam a mãe correndo atrás da criança enquanto ela toma café! Têm?? Deve ter, né?! Tem louca pra tudo! 

Eu imagino essa mãe da seguinte forma: uma jovem senhora "muito bem casada"com um esposo extremamente ocupado e dedicado a sua profissão, mãe zelosa preocupadíssima com educação e boas maneiras do filho, além de ligadíssima em moda e viagens! De tão ocupada em ler revistas de moda, impressionar a sociedade e agradar o maridão, necessita levar a babá toda de branco (pra mostrar que tem babá) pra todos os cantos, praia, restaurantes, festas, consultas médicas porque a vida é muito corrida e ela não pode se estressar atendendo o filho.   

Meus devaneios... Não estou julgando a criatura e muito menos citando que ela não ame seu filho. Se ela é assim, e é feliz assim, problema dela, bom pra ela! Só desejo que ela, e todas as outras mães que necessitam do trabalho de uma babá as tratem com respeito e consideração. 
E se você babá tem o hábito de agir da forma como ela citou acima, por favor, te orienta! 
Eu sinceramente não gosto de fazer qualquer refeição junto a mesa com a família. Eu estou trabalhando!!! Não sou uma visita. E também não gosto de escutar conversas das famílias. São situações que realmente não me interessam. Prefiro fazer minhas refeições na cozinha, sozinha. 
Estou longe de ser a melhor babá do mundo e muito menos a melhor pessoa! Canso de escrever e desabafar aqui meus rompantes nos demais empregos. Mas como babá, sou requisitada, sim! E se você também quer ser, quer continuar atuando nessa função, vá cuidar da criança da melhor forma possível! Passe confiança para os pais no atendimento ao invés de ficar sentada na melhor cadeira da praia ou na melhor poltrona da casa, ok!? Senta a bunda na areia e vá montar castelinho! 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Óleo de Peroba

Mais uma vez a minha cara de pau me coloca em saia justa. Mais uma vez, eu não aprendo, e bato de frente com um superior no ambiente de trabalho (em um deles). Mas ainda assim, eu, tão cara de pau, que fala o que pensa seja para quem for, me surpreendo ainda com a cara de pau de "amigos"! Então, de cara de pau, eu passo a ter cara de palhaça! 
No que envolve dinheiro e "amigos", recomendo: separe muito, mas muito bem mesmo, o que envolve ambos. Sendo bem direta, mesmo: NÃO EMPRESTE DINHEIRO! "Amigos" e dinheiro jamais devem estar na mesma frase. Por quê?? Por que se você for como eu, e tiver alguns "amigos" como os meus" não saberá como cobrá-los. Vê só como sou totalmente contraditória!? Com toda a minha cara de pau, eu tenho ou tinha (porque não as considero mais tão amigas), pessoas  que me superaram neste quesito e conseguem me olhar, sabendo que me devem, sem ao menos me dar sequer uma satisfação! A minha ousadia só me serve nas horas erradas? Será eu uma dessas pessoas recalcadas que necessitam se afirmar batendo de frente com outras mais poderosas no que se refere a trabalho?? Eu, hein! Deixa pra lá... Melhor ligar pra minha terapeuta! 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Babá de Lixo

Sério, eu andava um caco, num cansaço gigantesco, parecendo um urso panda tamanha olheiras escuras e fundas. Sem animo para escrever  ou digitar nada mais além do que realmente tinha obrigação nos trabalhos. 
Então, tão cansada, decidi reduzir a carga horária em uma das minhas 3 funções. A escolhida foi a de Babá. Por que justo a de babá? A mais rentável e prazerosa. Por isso mesmo. Por que o prazer estava virando sacrifício. Porque fiquei com receio de ficar impaciente e destratar as crianças visto que minha bateria já estava apitando, pedindo carga, e as crianças, todas elas, saudáveis, são movidas a duracell.
Não larguei a função, apenas reduzi, ou penso que, a carga horária. Mas os chamados de mães que confiam em meus serviços continuam a vir. Quanto a isso, só tenho a agradecer. No entanto, os chamados ocorrem quase sempre para trabalhar a noite, plantões a noite... Chego tarde em casa, tarde pra mim, tardíssimo pra minha mãe que me espera ansiosa rezando pra que nada de mal me aconteça nas ruas perigosas da capital que já dorme. Ainda mais tarde para Amora que me espera saltitando e latindo na porta, correndo ao ouvir o barulhinho de minha chave girando na fechadura do portão. Alivio pra minha mãe, que me aguarda com o coração nas mãos.
Acalmo minha mãe, chegando viva e bem em casa, afago Amora que pula nas minhas pernas até que eu a pegue no colo.Vou descansar, o vizinho então resolve martelar sabe-se lá o que tal hora da noite. A mãe vai se deitar, Amora vai se acomodar, meu relógio desperta... Já é 6h e eu tenho de levantar! 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os Nossos Direitos

Pela lei, tem que haver um dia de descanso na semana, descanso de 11 horas entre as jornadas e um intervalo no meio do expediente de no mínimo uma hora e no máximo duas para o almoço. Além das mensalistas, também são considerados empregados domésticos, cuidadores de idosos, motoristas, caseiros e babás.


Fica a dica:

Advogado esclarece dúvidas de nova legislação de empregados domésticos         


Direitos do Empregado(a) Doméstico(a)

Leia e exija seus direitos.

Hoje, Só Rezando

Concedei-nos Senhor

A serenidade necessária para aceitar o que não podemos modificar;
Coragem para modificar o que podemos;
Sabedoria para distinguir umas das outras.

Amém.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Se Usa, se Lê e se Escreve

Estava eu num papo (nada) cabeça com meus colegas do trabalho nº 1 (porque tem mais os nºs 2 e 3). A conversa fluía descontraída e animada em meio a lingeries, café, costuras e risadas, quando, não sei de onde, surgiu um assunto sobre banho. Em meio a situações que exigem banho e outras situações que "impedem" tal hábito, citei o fato de uma mulher tomar banho, não dispor de uma calcinha para trocar e colocar um diário! 
Ai que a confusão se iniciou! Eu disse dessa forma:
- "Coloca um diário e pronto!"
Colega (homem) disse:
- "É, dobra bem e coloca lá!"
Colega (mulher 1) ria e observava!
Outra colega (mulher 2) diz:
- "Sim, escreve lá...! Anota o fato pra não esquecer."
Colega homem diz:
- "Mas homem não tem isso!"
Colega mulher 2 diz (bem indignada):
- "Como que não?! Nem todos os homens, mas alguns tem, sim!"
Silêncio.
Eu digo:
- "Peraí, acho que tem 3 conversas paralelas! Eu tô falando de diário!!!! Diário que mulher usa!"
Colega mulher 2 pára, me olha e diz:
- "Ah! Absorvente diário?! Mas eu nunca falo diário, eu digo Absorvente Diário! Pensei que era diário de se escrever!" Tu não entendeu isso, fulano (colega homem)?
-Colega Homem:
- Hã?? Ah, tu tá falando de diário, aqueles de... Querido Diário... 
Colega 2 (mulher):
- É! Não foi isso que tu entendeu??
Colega Mulher 1: Ri!! e observa!
Eu:
- Por isso que tu disse que se escreve e eu não entendi!
Colega homem diz:
- Não, eu estava pensando que era o diário, o Jornal, Diário Gaúcho!!!
Putz!!! A gargalhada se instaurou!!!

P.S.: Eu e meu colegas tomamos banho diariamente! 
P.S. 2: Nós, mulheres do local, trocamos de calcinhas e usamos limpas! 
P.S. 3: Eu uso Absorvente Diário, mas nem por isso deixo de tomar banho e trocar de calcinha!
Só para esclarecer! 

Imagina só a minha cara quando a colega mulher 2 fala:
-"Homem tem, sim! E usa." 
Na minha cabeça vei a imagem de um homem tentando colocar um "Absorvente Diário"! 
Gente... É não é por falta do que fazer, não! Temos bastante serviço! Pelo amor...


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Vem Sean Penn

Eu também estou nessaaa!!! Dia 1º de março estreia aqui no Brasil o filme Colegas dirigido por Marcelo Galvão, e o ator principal, Ariel Goldenberg, uma estrela muito mais que especial, quer ver seu segundo sonho realizado! Sendo super fã do ator Sean Penn, ídolo que o inspirou a realizar seu primeiro grande sonho, o de se tornar ator, deseja recebe-lô aqui no Brasil para assistir a estrei do seu filme! Não sei o Sean Penn, mais eu vou assistir cerrrtooo!!! Ainda assim, torço muito para que o Ariel realize seu segundo sonho certa de que se o ator Sean Penn não vier, quem estará perdendo, será ele! 
Então: VEM SEAN PENN!!!








terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Eu Tenho Educação e Não Tenho Patrão

Ainda me baseando no post "Blog de Uma Mãe com Tempo", vou comentar mais um trecho do post da mamãe ex-blogueira. Primeiro quero citar aqui que de-tes-to a titulação Patroa. Eu não chamo nenhuma das mães para quem presto serviços como babá de Patroa! Chamo pelo nome mesmo, com respeito e educação. Me sinto à vontade assim. Me coloco de igual para igual. Fico, não diria indignada, sei lá,... mas acho tão... tão... pobre quando escuto coisas do tipo: -"Minha patroa foi viajar!", -"Minha patroa é muito boa pra mim!"  Eu não gosto! Não estou dizendo que não se possa dizer, mas sim que EU acho feio, acho baixo, acho pobre! A pessoa já está se rebaixando só na maneira como fala. "Ela é a Patroa, eu sou a Empregada." Isso tudo me remete ao tempo da escravidão, onde as negras que trabalhavam na casa grande tinham de obedecer de boca calada, sem remuneração, sem respeito, sem consideração alguma como ser humano que apenas tinha a cor da pele diferente da dos "Patrões"! Só que naquela época os negros tinham de se submeter a isso. Era obedecer ou ir para o tronco. Se eu vivesse naquela época, certamente morreria no tronco! Cito isso porque sou negra e também não deixo de ser empregada. Mas a minha postura faz toda a diferença! 
Bem, o tempo passa e algumas coisas ainda ficam. Em pleno século XXI, na minha humilde opinião, só não trabalha e estudo quem realmente não quer. As oportunidades estão ai. Eu mesma fiz diversos cursos gratuitos, ofertados pelo governo. Atitude é a palavra certa. Digo, não só a palavra, mas principalmente a postura. Você quer? Vá buscar! Ou fique ai atendendo a "Patroas" para o resto da vida. Se você não se qualifica sempre dará motivos para que existam pessoas com este tipo de posturas: 
Uma outra experiência que achei bem interessante também foi contratar uma babá local. Em uma oportunidade quando fomos pra um casamento em Gramado eu decidi levar o meu filho de última hora e não tinha reservado hotel pra minha babá e achei super interessante a ideia de contratar uma local. (...)A babá que contratei era super bem educada, falava super direitinho e tinha o maior jeito com crianças então esta minha primeira experiência foi super positiva.
Gente... "super bem educada"... "falava super direitinho" ??? `Por favor!! Agora porque a criatura atua como babá não pode ser educada e falar corretamente! Isso surpreende!!?? Falar o português correto, sendo babá é surpreendente!!! Dica: já citada, mas agora reforçada, qualifique-se. Não é porque trabalha como babá que não há necessidade de estudar! Fale corretamente, leia bastante! Leia livros relacionados a crianças, a vivência com elas. Assista filmes interessantes. Aqui mesmo, no meu blog, tem uma lista de filmes sobre babás. A gente sempre aprende alguma coisa lendo ou assistindo a filmes. Não passe vergonha pronunciando ou escrevendo palavras com erros de português e, muito menos, mantenha essa imagem de que babá é pobre e ignorante! Faça isso por mim e por você mesma! ;)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Na moda

Olha ai uma das imagens do editorial da marca Laura Scussel. Esse modelo eu adorei, roubartilhei, comprei, usei e arrasei!!!
Acesse http://laurascussel.blogspot.com.br/ para conferir mais fotos e também dicas de moda!!




sábado, 26 de janeiro de 2013

Pronta para Comentar

Eis que chegou o momento e agora, me sinto um pouco mais a vontade para comentar, criticar e reverter as dicas publicadas para mães em dicas para babás do post "Blog de uma Mãe com Tempo". Não vou citar o nome da mãe que publicou suas experiências nem o nome do seu blog que, não por acaso, foi desativado. Não vejo necessidade de expor mais essa criatura, tão pouco de criticá-la como pessoa. Nem mesmo a conheço para isso. Mas, como babá, me sinto no direito de comentar suas "orientações".
Esse comentário, por exemplo: "Na minha opinião, em algumas ocasiões as babás são extremamente úteis, em outras são dispensáveis e em outras ainda são item de “terceira” necessidade. Enfim, acho que se bem ensinadas, elas podem quebrar um galho danado e nem sempre vão representar um novo integrante à família, porque pra mim família é pai, mãe e filhos e acho no mínimo estranho aqueles que tratam a babá como parte da família (desculpe-me quem pensa o contrário)."
Vem cá, ela tá falando de um ser humano de um microondas ou de um cachorro?!? Nem mesmo de um cachorro eu falaria dessa forma! Ai de quem se referir a minha cadela, Amora, desse jeito! Ensinadas?? A forma como ela se expressou, talvez nem tenha sido essa sua intenção, mas me parece que para ela é preciso adestrar uma pessoa para zelar por seus filhos. Senta, agora rola... fica de pé! Vai deitar!! 
Olha eu não sei onde ela foi buscar babás, mas eu sou profissional! Eu tenho família, e muito boa por sinal, não tenho necessidade nenhuma de me integrar em outra. Lá vai uma dica para você babá: Você TEM de ser profissional. A relação com os pais da criança tem de ser respeitosa e sincera. E quando eu digo sincera, é com relação as atividades que deverá executar e ao salário. 
Lembre-se, os pais das crianças NÃO estão interessados em sua vida, nas suas contas, nos seus problemas conjugais, familiares, financeiros. Você está na casa para trabalhar, atender as crianças em suas necessidades. Não está em um consultório psicológico. Isso não significa que não se possa ter uma relação de amizade, isso se assim eles, os pais, quiserem! Afinal, você é uma funcionária e não uma amiga de infância da mãe da criança. 
Então, siga essa dica para ter sucesso e ser indicada para outros trabalhos: seja discreta. Discrição é tudo! Em alguns momentos dentro da casa, é preciso fazer-se invisível. Percebeu que o casal começou um assunto que não lhe diz respeito, saia! Se estiver com a criança, pegue-á e vá para outro local da residência. Sem alardes. Simplesmente saia. Se tiver que informar algo para a mãe ou pai, diga que vai brincar no quarto, na sala, vai trocar a fralda se o seu pupilo ainda utilizar. 
Eu sei, é impossível (pelo menos pra mim) não se apegar as crianças das famílias para as quais se presta serviço. Eu amooo as crianças que atendo, mas nem por isso, me sinto um segunda mãe delas. Tenha isso bem claro em mente: você é a babá, não a mãe! Está na residência da família para a qual trabalha para atender a criança e cumprir o que os pais determinam e pensam ser bom para seus filhos. Você pode até não concordar com as determinações, mas não precisa expor isso, a não ser que a mãe pergunte o que você acha. 
Como babá, não somos menos importante que a mãe ou pai que são advogados, médicos, juízes, administradores, executivos. Nossa profissão é tão importante quanto a deles. Como os pais podem sair tranquilos de casa se não souberem que seus filhos estão bem cuidados? E quem cuida deles somos nós, Babá! Somos responsáveis por seres indefesos enquanto seus pais trabalham, passeiam, descansam, viajam. Portanto, seja tão profissional quanto eles. A única diferença é que nosso local de trabalho é dentro de uma residência e não em uma empresa, consultório ou escritório. 
Não terminei por aqui, eu vou comentar e aproveitar cada dica e, como citei acima, reverter as publicações em dicas para babás. Vejo agora aquele post como algo positivo. É bom saber o que algumas mãe pensam e como agem com profissionais como babás. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Primeira Dama da Elegância

Fiquei emocionada, chorei assistindo esse vídeo do baile de posse do segundo mandato do Presidente Barack Obama! Reparem no jeito como o casal se olha, que amor! 



Sou muito fã de Barack Obama, mas muito mais fã da primeira-dama! Independente das marcas de roupas que usa ou dos estilistas que escolhe, a maneira como ela se apresenta com as vestes, sua postura e elegância, as combinações de peças é que a deixam única e maravilhosa! 


Estilo Michelle; de roupas simples a peças de grife.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Blog de Uma Mãe com Tempo

Eu ainda não vou comentar... estou digerindo!

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:D3RZKmYRhc4J:viajandocomfilhos.com.br/dicas/viagem-levando-babas/+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a

Viajando com Babás


Ao contrário da Raquel, não sou totalmente independente das babás. A minha irmã quase sempre viajou sozinha com as suas três filhas.
Naquela época eu achava que ela já era meio doida, e agora, com um menino de quase dois anos e um bebê acho que ela era mesmo completamente louca.
Na minha opinião, em algumas ocasiões as babás são extremamente úteis, em outras são dispensáveis e em outras ainda são item de “terceira” necessidade. Enfim, acho que se bem ensinadas, elas podem quebrar um galho danado e nem sempre vão representar um novo integrante à família, porque pra mim família é pai, mãe e filhos e acho no mínimo estranho aqueles que tratam a babá como parte da família (desculpe-me quem pensa o contrário).
Baseada na minha pequena experiência de algumas viagens com babás, pensei em escrever este post porque minhas amigas sempre me perguntam como fazer, como proceder, o que pode, o que não pode e etc…
Bom, a primeira vez que levei a minha foi a uma viagem pra São Paulo, ia tirar o visto pros Estados Unidos do Luiz Gustavo e não queria deixar ele em BH pq estava amamentando, o meu marido queria sair a noite com os amigos em São Paulo e também pq até hj não consigo viajar sem meu pequeno e nem meu marido me cobra, graças a Deus. Enfim, um dia a minha babá comentou que uma amiga tinha viajado de avião, sonhando alto, então, falei com o Gustavo e achamos passagens super baratas pra passar um final de semana estendido em São Paulo. Ela delirou, claro, na ida no avião perguntou se podia aceitar o lanche, se tinha banheiro, se ela podia escolher aonde sentar, enfim, prefiro assim do que as folgadas que vão logo pedindo refrigerante ou sei lá o que e ainda adoram falar suas experiências pessoais de viagens ao exterior.
A estréia da minha babá foi logo no Fasano (www.hotelfasano.com.br) em um quarto conjugado espetacular, era caro, óbvio, mas o Emiliano (www.emiliano.com.br) estava me obrigando a pegar dois quartos, o que ficaria muito mais caro. Enfim, deixei claro pra ela que aquele hotel era caríssimo, então não era pra ficar pegando coisas do frigobar e etc, até porque dou muito valor pro meu dinheiro e não quero uma babá pedindo room service sem a minha autorização, o que acontece direto por ai.
O primeiro ponto que deve ser deixado claro em uma viagem com babás é este, ela não é obrigada a saber o que pode ou o que não pode, o que vc gosta e o que vc não gosta, então facilite a vida dela e fale tudo, nos mínimos detalhes, uma das inúmeras lições que a Raquel me deu sobre como lidar com babás é que elas não nascem sabendo, não são obrigadas a saber como vc gosta ou o que vc quer que elas façam, então seja clara, fale com jeito e educação, mas seja clara em todos os aspectos. Então na minha primeira viagem com ela eu falei que as coisas no frigobar são sempre muito caras então eu só pego em caso extremo, meu pai me ensinou assim e é assim que eu quero que meu filho aprenda, só pode pegar água quando eu esqueço de comprar na rua, meu marido não gosta que eu seja tão pão dura, mas eu não estou nem ai.
Segundo ponto, acho que não tem problema algum vc leva-la pra comer no mesmo restaurante ou ate leva-la em algum lugar mais simples e depois vcs irem a algum lugar caro demais, acho que ai impera o bom senso. Por exemplo, o Gustavo não gosta que a babá fique sentada na frente dele ouvindo nossas conversas enquanto ele toma um vinho, então o que eu faço, se ela vai comer no mesmo restaurante, enquanto ele escolhe o vinho eu mostro o cardápio pra ela, ajudo a escolher, pergunto tipo assim, hj vc quer carne ou peixe  e já peço, mesmo porque o Guto não fica sentado mais que 10 minutos, já que nesta primeira viagem ele estava com 10 meses, então enquanto ela come o Gustavo passeia com o Guto enquanto eu faço companhia pra ela e depois trocamos, ai sim a gente pede o nosso e etc…Em outras oportunidades em que vc quer que ela coma antes porque o restaurante é caro ou porque vão outros casais vc pode dizer problemas, tipo assim, “hj vamos a um restaurante com a comidas muito diferentes que vai demorar ou muito caro e etc, então vamos passar pra vc comer em algum lugar, vc prefere pizza ou Mc Donals”, porque, lembre-se ela está trabalhando.
Vale também registrar a minha opinião sobre doces e guloseimas esporádicas em geral: sou alucinada por doces, sempre fui e acho um absurdo quem fica regrando a babá de comer doces, picolés, enfim, tudo de gostoso que vc vai oferecer pro seu filho, então pra mim, na praia, ou no Minas se seu filho pedir picolé acho questão de educação e gentileza vc oferecer pra ela também, da mesma forma se pararem pra tomar um sorvete, comprar uma torta em alguma doceria ou etc, pq acho que deixar a pessoa que cuida do seu filho aguada é maldade. Ressalte-se que esta é a minha opinião, tem gente que não vê problema nenhum em comprar algo só pra criança, ai vai da opinião de cada um.
A segunda viagem que fizemos levando a babá fomos pro Rio de Janeiro e levei mais porque ela me falou um dia que o sonho da vida dela era conhecer o Rio e, como eu já estava grávida de quatro meses, achei que seria uma boa idéia sentar na praia e ler revista, já que um mês depois iríamos pra Miami só nós três e foi ótimo. Nesta segunda viagem ela ficou encantada, me mandou mensagem quando chegamos agradecendo e eu acho bonitinho a pessoa dar valor pq barato não sai uma viagem dessas pra gente. Então , mais uma vez fica a dica: deixe tudo claro, pra não se arrepender depois, por exemplo, como ela vai pra praia, dê todas as roupas que ela vai usar, inclusive o maiô da praia, pq ela não é obrigada a ter todas as roupas e vc ainda gostar do gosto dela.  Na minha viagem do Rio, por exemplo, falei tudo o que ela devia usar, até a mala eu que dei, e dei um maiô maior, mais comportado mas mesmo assim ela ficou constrangida de usar e colocou um short preto por cima que estava furado, ai claro, meu marido falou na hora, no meio da praia, pq vc deu um short furado pra ela usar na praia? Eu mereço, nada passa sem ele ver, mas ficou a lição, na terceira viagem dei um short também bonitinho que combinava com o Maiô e pedi pra ela experimentar antes pra ver se ela gostava.
Achei que no Rio de Janeiro foi muito útil a presença dela, primeiro pra andar atrás do Luiz Gustavo na areia, pq ele gosta de ver as coisas então eu podia sentar, ver revista e ficava olhando ele ir e vir da beirada no mar; outra coisa é fazer castelo na areia, a minha babá é bem nova, acho isso fundamental pq criança gosta de brincar e babá que não brinca, não senta na areia e faz castelo pra mim não serve e as vezes eu não gosto de ficar toda suja de areia. No período da tarde então que ele dormia por três horas eu não precisava ficar dentro do quarto e ficava na piscina com o Gustavo e vendo a vista e a noite então, ela foi indispensável pq o Guto não dorme bem no carrinho, acorda de 30 em 30 minutos então a gente podia sair tranquilos e eles ficavam no hotel.
Quarta dica: na hora do café da manha peça a ela pra descer primeiro e comer tudo o que quiser no bufê, inclusive eu falo pra comer bastante pq está incluído e o almoço vai ser tarde, pra ela não ficar com fome muito cedo, então, qd eu acordava, eu e o Gustavo ficávamos com o Guto no quarto, ela descia e depois a gente se encontrava no café da manha e ela ia dando um mamão ou iogurte pro Guto enquanto eu e o Gustavo tomávamos café. Detalhe: pq tem uma coisa que eu não suporto ver e vejo direto é a mãe se matando correndo atrás do menino colocando abaixo o restaurante enquanto a madame da babá está lá sentada, comendo calmamente, e conversando com o marido. O meu não gosta e eu também não, então ela come primeiro ou depois, nunca junto pq criança não fica parada olhando pro tempo, eles querem andar e também precisam comer algo no café da manhã.
Quinta dica: sempre leve biscoitos, chocolates pra ela também porque facilita muito à noite, vc já vai ter que levar pro seu filho mesmo alguma coisa ai já leva pra ela junto, eu sempre quando saio a noite pergunto se ela quer que eu traga algo pra ela, tipo um sanduiche ou algum lanche.
Uma outra experiência que achei bem interessante também foi contratar uma babá local. Em uma oportunidade quando fomos pra um casamento em Gramado eu decidi levar o meu filho de última hora e não tinha reservado hotel pra minha babá e achei super interessante a idéia de contratar uma local. O ideal nestes casos é que ela seja indicada pelo próprio hotel e de responsabilidade dele e que seja a mesma todos os dias da viagem. No meu caso, nesta viagem minhas sobrinhas foram também então o meu filho já tinha diversão garantida, então o que ele precisava mesmo era uma pessoa pra ficar olhando ele não se machucar enquanto brincava com as primas e quando ele dormisse a babá ficaria olhando e me avisaria na festa se ele acordasse querendo mamar. A babá que contratei era super bem educada, falava super direitinho e tinha o maior jeito com crianças então esta minha primeira experiência foi super positiva.
Como sexta e última dica: seja sincera, fale na hora mas com muita educação se vc não gostou quando ela pediu um prato tal em um restaurante, quando ficou sentada na única cadeira disponível na praia, ou quando vc teve que correr atrás do seu filho enquanto ela ficou horas sentada tomando café, porque é importante lembrar que mesmo cuidando do bem mais valioso que vc possui ela está trabalhando e em uma relação de trabalho os patrões podem chamar a atenção dos funcionários sem que isso represente um grande problema ou uma ofensa.
Mas tudo o que disse depende muuito da babá, pois algumas babás com muita experiência podem proceder como faziam na família anterior onde trabalhavam, ou estarem “mal acostumadas”e isso pode não ser adequado para sua família. Ou seja, se a outra família dava um quarto exclusivo para a babá ou deixava a babá sentar no restaurante e escolher entrada, prato principal, sobremesa, e até cerveja no clube (como tenho visto), ela vai achar que na sua família também é assim. Então mais uma vez repito que ser clara é essencial. Outra coisa é que se a relação já estiver estremecida antes da viagem, qualquer coisa que a moça fizer vai te irritar mais ainda pelo excesso de convivência e ao mesmo tempo mesmo que esteja adorando sua babá na sua cidade após a viagem pode passar a odia-la também pelo excesso de convivência.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Quanto Vale uma Babá?

Neste mês recebi uma proposta de trabalho para babá com os seguintes "benefícios": cuidar de uma criança de 6 anos de idade para morar com a família, salário de R$ 850,00, uma folga por mês, e refeições "inclusas no pacote". Gente, R$ 850,00 para ficar a disposição 24h??? Sim, porque se é para morar, não vem com essa de que vais descansar a noite, se a criança precisar de algo de madrugada, é você, a babá, quem vai ter de auxiliar! Eu recebo quase isso atendendo 6h por dia!!! 
Então, você é ou quer ser babá? Vai ai uma dica: valorize-se! Se há famílias interessadas em seus serviços é porque tem mercado de trabalho nesta área e, pelo que ando lendo por ai, está cada vez mais escasso! Valorize-se sim, estabeleça um valor que seja bom pra você. Estabeleça um período de trabalho com determinado valor. Passou do período combinado, estabeleça novo valor! Mas também ofereça um bom trabalho, né minha amiga! Valorize-se, mas também faça tudo para ser valorizada. 
Vai outra dica: se aceitares trabalho como babá, entenda e deixa claro que você é babá, ou seja, você não é faxineira, cozinheira, passadeira... você é BABÁ. Está lá para atender crianças em suas necessidades, brincar, banhar, levar onde for, auxiliar em suas atividades rotineiras. A primeira coisa que deixo claro quando sou entrevistada por uma família é que não faço nada na residência além de atender crianças e arrumar suas coisas. Organizo quarto, guarda-roupas, brinquedos, corto, aqueço o alimento, lavo mamadeiras e todos os utensílios infantis, mas não limpo a casa. E faço isso quando a criança está dormindo.
Quero deixar bem claro aqui que nada tenho contra essas outras funções, mas penso que se entro em determinado local para executar tal tarefa e sou remunerada para isso, o resto é abuso! Se eu fosse cozinheira, não aceitaria cuidar dos pequenos da casa. Não sou sectária, busco não ser intolerante. Só penso que é quase impossível cuidar de crianças ao mesmo tempo que se tem de passar, lavar roupas, cozinhar e limpar a casa. Em que momento será possível dar atenção a uma criança tento todo esse trabalho para realizar?
Atender a criança não ficar sentada ao seu lado falando no celular com o namorado ou com uma amiga enquanto ela brinca! Você tem de interagir, brincar com ela. Sente-se no chão, entre na brincadeira, além de brincando, querendo ou não, você está participando da educação deste pequeno ser. Então, busque novas brincadeiras, aprenda cantigas de roda... Além do tempo de trabalho passar mais rápido, a criança vai se apaixonar por você. Isso eu garanto!